quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

OURIÇOS.

             

                  Depois dos dióspiros, os ouriços. Árvore despida, braços erguidos ao céu coberto de nuvens de chumbo vertendo incessantemente água em forma de gotas de chuva que há-de fertilizar a Terra. Ouriços (ainda) grudados aos ramos nus  (como  corvos e tordos...), pintam de negro presságio a incerteza do advir. 

              Valha-nos que os homens perecem mas, a Primavera, NÃO!






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