sábado, 27 de setembro de 2014

AH, CABEÇA DE ABÓBORA!

- É um cabeça de abóbora, diz-se de alguém que habitualmente faz ou diz disparates com tal  regularidade que colocam em causa o seu ìndice de inteligência e um discernimento pouco dotado. Todavia a abóbora ou gerimú, como produto agrícola,  tem qualidades excelentes se for considerada para fins alimentares, quer de pessoas quer de animais. De doces e compotas, as sopas onde entra abóbora sabem muito bem ao paladar e são óptimas para a saúde. Até as crianças não a rejeitam.

A abóbora gigante comparada com outra de porte normal

Já foi mais utilizada na dieta caseira dos lavradores que cultivavam o fruto da aboboreira, que é de fácil crescimento e não requer grandes cuidados ou muito trabalho para se desenvolver e crescer. Actualmente continua a  ser cultivada na pequena lavoura, quase sempre nas hortas de logradouros e quintais das moradias, onde são tratadas  muitas vezes como hobby de emigrantes regressados às origens depois de anos de trabalho noutros países.
É este o caso que hoje aqui divulgo, alertado por um conterrâneo que se surprendeu com as desusadas proporções do exemplar mostrado nas fotografias, quando deparou com ela no quintal de José Rodrigues de Carvalho, que vive com a sua esposa no Lugar do Barreiro, desta freguesia. Segundo a conversa que tivemos, ele próprio está surpreendido com o tamanho da cabaça, que ainda está em fase de crescimento como se constata pelo ramo verde da aboboreira que gerou e continua ligada, a qual, garantiu, teve e tem o mesmo tratamento das demais irmãs que a rodeiam. 
Não foi pesada nem se tiraram medidas mas tive oportunidade de tentar braçalmente estimar o seu  peso tendo ficado convencido de que mais fácil seria levantar um saco de batatas de cinquenta quilos que o "cabação" anormal do amigo Zé Carvalho.

              
                             José Carvalho e a sua abóbora "anormal"



                                                  Não são filhotas são "irmãs"






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