sábado, 6 de fevereiro de 2016

BRAVO, FÁTIMA!

Não, não é um aplauso de incitamento à minha mulher embora ela sem dúvida alguma o mereça, se melhores razões não houvesse, pela paciência com que atura as minhas bizantinices de todos os dias desde há um ror de anos. As palmas, porém,  dirigem-se a Maria de Fátima Bravo, uma cantora que deu brado na fase alta da sua carreira embora a sua atividade como cantora fosse de curta duração por ter cessado com o casamento. Linda na voz e bela na figura, deixou-nos ainda assim um lote valioso de interpretações de que recordo esta que era, então (e continua a ser) uma das que mais gosto de ouvir ainda agora -Vocês sabem lá.



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