sábado, 5 de novembro de 2011

A MAÇÃ DE "EVA".

      
          Foi a Alice, do Café do Neu, onde se encontra exposta que deu o nome a esta maçã de proporções generosamente avantajadas, pouco vulgares num crescimento natural, portanto, sem recurso a químicos ou condições artificiais. Este magnífico exemplar teve apenas mais quatro "irmãs" de uma jovem "mãe" que procriou pela primeira vez este ano, no quintal do Eugénio Rocha (Pèguinha), do,lugar da Peitilha, onde cultiva outras espécies da forma tradicional para seu entretenimento e consumo próprio desde que, há já alguns anos, retornou às origens depois de ter permanecido em França uma grande fatia da sua vida.

            Esta sedutora "Eva", que nos primórdios da humanidade protagonizou a "desgraça" de Adão, e haveria de lhes custar a expulsão do Paraíso onde viviam, e, a nós, seus descendentes, muitos séculos depois, a ser governados por Passos Coelho e pela Troika (e a outras "pestes" que me escuso, por agora, a nomear), tem uma "cintura" de cerca de 40 cm e um peso de 600 gr.(!), o que, seguramente, se a natureza lhe permitisse chegar à mesma idade, iria pedir meças a  Evangelos Venizelos, o "robusto" ministro grego das finanças.

             Apetitosa, não?

3 comentários:

  1. Afinal, não é só no Entroncamento, isto dos "fenómenos"!...

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  2. so os viveiros hiario maciel e que vendem destas macieiras

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