segunda-feira, 18 de julho de 2011

MUSEU DE ARTE DA MARIONETA.

            Quem desce a Rua Gago Coutinho, vindo da Capela das Malheiras em direcção ao Jardim, mal dá pelo Museu de Arte da Marioneta, aberto no nº 128, r/c, desde 2009, em Viana do Castelo. Uma montra ao lado esquerdo da única porta que dá acesso ao interior, tem escrita no vidro uma referência em letras coloridas à sua identificação e expostas as primeiras figuras de marionetas e gigantones. Dentro, o espaço parece limitado para a variedade e quantidade dos exemplares expostos mas, em breve, cativados pela originalidade e beleza das marionetas ali existentes a sensação desaparece rapidamente.

                  Sacha e Lisete, fizeram questão de posar com a Inês, à entrada do Museu.

       Contávamos encontrar no Museu a sua directora, a Savat, quando hoje à tarde lá me dirigi, com uma das minhas netas para lhe dar a conhecer o Museu e informar-me eu próprio desta arte tão antiga e apreciada actividade relacionada com as marionetas. Quem nessa altura ali se encontrava, porém, era Sacha, um actor natural da Rússia dedicado à divulgação deste teatro peculiar que, com Savat, é responsável desta actividade cultural e recreativa, e uma simpática auxiliar de nome Lisete.

        No momento, na qualidade de visitantes, só estávamos eu e a Inês no estabelecimento,  pelo que tivemos a felicidade de poder beneficiar de uma visita guiada exclusiva. Sacha, de uma simpatia extrema, foi dando os pormenores das diversas peças ali existentes, os seus nomes e papéis que desempenham nas histórias de que fazem parte, chegando mesmo a demonstrar para nós a forma como são utilizadas pelos actores que lhes dão vida e fazem a delícia das crianças e de adultos.


        Em exposição, estão neste espaço mágico de fantasia e sonho, os característicos gigantones e cabeçudos típicos das tradicionais festas da Senhora d'Agonia, cujo espectáculo que decorre durante a Romaria, na Praça da República, faz as delícias dos milhares de apreciadores que ali se deslocam.  Há-os de vários tamanhos, todos pintados nos trajes típicos do Minho e com as cores tradicionalmente mais usadas na nossa região.


         No final da visita a minha a minha neta teve oportunidade de exarar, no livro próprio que lhe foi apresentado, o seu agrado por tudo o que lhe foi dado ver e explicado e a afabilidade e simpatia com que foi obsequiada.

    

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