sábado, 22 de julho de 2017

FUNÇÃO PÚBLICA PARA DANÇAR E BANDAS A CONCERTAR


   A noite de ontem foi da "FUNÇÃO PÚBLICA" e a de hoje vai ser das bandas clássicas ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E MUSICAL AMIGOS DA BRANCA e da BANDA VELHA DE FERMENTELOS. Música para gostos e idade diferentes, dançadores e apreciadores e vice-versa. 

  Com concentração no adro prevista para as 14:30 horas, do dia de hoje, sábado 22 de julho,  vão estar as Mordomas a receber "as excelentes Bandas de Música. Com a Comissão de Festas e o pároco da freguesia, Daniel Rodrigues a oficializar a receção, cumprindo a praxe.  Momento relevante da festa, apreciadores não vão faltar para assistir ao aparatoso espetáculo, e colherem as primeiras notas para fundamentar futuras avaliações sobre a qualidade de cada uma delas. Esperam pelas primeiras audições logo a seguir, agora nos respetivos palanques amovíveis, de algumas composições.

  Pelas 20:30 horas, por entre os andores prontos e alinhados, estarão os crentes católicos a participar na Eucaristia vespertina e a ouvir o sermão em homenagem ao Senhor das Necessidades. Não há lugares sentados, os idosos e debilitados fisicamente devem precaver-se e lavar acento próprio. Custará menos a demora.

  Pelas 22:00 horas principiam os concertos. Momento de concentração em frente aos coretos, ora virados para, um lado a seguir para o outro. Palmas, com o subsequente comentário dos "entendidos" na matéria. É uma boa parte, esta de ouvir a troca de comentários. Uns, provocam sorrisos, outros (parecem...) precisos.

  Chegados às 23:55, as cabeças elevam-se para o céu escuro porque é dado início à "magnífica" sessão de fogo de artifício, e especifica-se: há balonas, granadas (calma, não são as de Tancos...) Candeias Romanas, fogo cruzado e fogo preso com a qualidade garantida da Pirotecnia José Alberto Costa.

.Com pena, tudo acaba na despedida das Bandas de música. São 01:00 horas de domingo. Todos para a cama, que amanhã, há mais.

Provavelmente, a chuva (benfazeja) não perturbará o calor da Festa. Mesmo que chovesse "a cântaros", o fenómeno seria (sempre) compreendido pelos crentes, pois que, vem dos tempos antigos a memória da invocação pelos agricultores do Senhor do Cruzeiro e das Necessidades para mandar São Pedro abrir as comportas do Céu e regar os milheirais sedentos, já que então ninguém esperava por subsídios para reparar os danos. E, se o milagre tardava, andava pelas veigas o andor com a imagem em procissão para implorar a misericórdia divina para acabar a seca.

 

Remígio Costa
Fotos: doLethes

 


























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