domingo, 27 de novembro de 2016

"MURMÚRIOS DO OLHAR", NOVO LIVRO DE POESIA DE FERNANDO CASTRO E SOUSA.

    

                                  Fernando Castro e Sousa

     O poeta das "margens do Lima" Fernando Castro e Sousa apresentou ontem, sábado dia 26 de Novembro, um novo livro de poesia -o quarto da sua autoria- a que deu o título de "Murmúrios do Olhar". A apresentação teve lugar na sala lotada dedicada a Fernando Pessoa, da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, onde estavam figuras relevantes da sociedade vianense, das letras e do ensino e da atividade político-administrativa e social, bem como muitos dos seus amigos e conhecidos.

                                  Salvato Trigo

     A apresentação do livro esteve a cargo do prestigiado Doutor Salvato Trigo, havendo ainda lugar às intervenções do presidente da CER (Centro de estudos regionais) que editou a obra, João Carlos Loureiro, de Maria José Guerreiro, vereadora do pelouro da Cultura da Câmara Municipal concelhia e, naturalmente, do poeta Fernando Castro e Sousa.

    No decorrer da sessão houve lugar à declamação de poesia selecionada, de que se encarregaram Flora Silva, que assina o prefácio de "Murmúrios do Olhar" e a sua irmâ, Primavera Silva, a professora D. Nani e Carvalhido da Ponte, professor jubilado e escritor vianense, recitando cada um duas composições poéticas.

  
                              Família Silva (filho e pai)
   

   Os momentos muito apreciados e a merecer os aplausos dos ouvintes pela qualidade da execução, pertenceu a João Ricardo Silva, o qual acompanhou à viola o seu filho exímio intérprete nas cordas da guitarra.

   No final, Fernando Castro e Sousa, autografou durante largos minutos exemplares da sua nova obra.

                      
                                    Flora Silva



                               Primavera Silva


                                José Luís Carvalhido da Ponte


                                           D. Nani

                Carvalhido da Ponte, na declamação de um poema


                             A sala, ainda a compor-se.

Foto: doLethes
Remígio Costa

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