sábado, 16 de janeiro de 2016

ORIENTE DE FOGO.

          

                   Os que se levantam cedo não vão ao rio Lima contemplar o oriente ornado de cores a louvar o dia prestes a aparecer. Eu fui, quando as sombras já retiravam para dar lugar ao azul do céu e ao reflexo rubro da alvorada a matizar as águas, espreguiçadas a acordar. Barcos acostados, silenciados, amarrados a árvores desfolhadas com vida adiada pela (ainda) ausência dos pássaros a chilrear. 

           Frio no corpo, calor na alma, um novo dia principia em tranquilidade e calma.












Fotos: doLethes
Remígio Costa

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