sábado, 12 de dezembro de 2015
RIO LIMA, AO CAIR DA TARDE.
Quanto mais te olho mais me sinto
um pouco de mim a despedir-se
num adeus melancólico e triste
de quem, saciado, fica faminto.
Queria que o tempo parasse
E o teu lento deslizar cessasse
Espelhando na água cristalina
O azul do Céu, sem neblina;
E, nos ramos das árvores o canto dos pássaros,
de asas fechadas, por ora, se calasse
e seus voos por instantes adiassem;
e, na paz do silêncio, se ouvisse
a lira triste de Orfeu cantando a bela Eurídice
na esperança que o insensível Hades a redimisse.
Rio Lima do nosso contentamento
Por que te querem do esquecimento?
Fotos: doLethes
2015/ Dezembro
Remígio Costa
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