sábado, 8 de março de 2014

O DIA DA MULHER.


 (do correio electrónico)

                              Foto doLethes


QUERIDA, CHEGUEI!
 


Após o trabalho, o homem chegou a casa e encontrou os seus três filhos brincando no quintal, ainda de pijama, sujos de terra e cercados por embalagens vazias de comida do supermercado.
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A porta do carro da esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.

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O cachorro tinha desaparecido, não veio recebê-lo.

Enquanto entrava em casa, ia descobrindo mais e mais bagunça.

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A lâmpada da sala fundida, o tapete enrolado e encostado à parede.
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Na sala de estar: a televisão ligada, aos berros, num desenho animado qualquer, e o chão atulhado de brinquedos e roupas.
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Na cozinha: o lava-loiça cheio de pratos, a cafeteira do pequeno-almoço na mesa, o frigorífico aberto, a comida do cachorro espalhada pelo chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
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Sem contar com um montinho de areia junto à porta.

Assustado, desviando-se dos brinquedos e das peças de roupa, subiu as escadas a correr interrogando-se...

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'Será que a minha mulher está mal?'
'Será que alguma coisa de grave aconteceu?'             

A casa de banho escancarada.
Encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido por toda a parte e muito papel higiénico na sanita.
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A pasta de dentes tinha ficado aberta e a banheira transbordava de água e espuma.

Finalmente, ao entrar no quarto, encontrou a mulher, ainda de pijama, a ler uma revista na cama.            

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Olhou para ela completamente confuso e perguntou:
'Que diabo aconteceu aqui em casa?'
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'Porquê toda essa bagunça?'

Ela sorriu e disse:

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- Todos os dias, quando               chegas do trabalho, perguntas-me:
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'- Afinal de contas, o que é que fizeste o dia inteiro em casa?' 
-'Bem... Hoje não fiz nada, FOFO!'
 
      

O  meu nome é MULHER!
No princípio era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz Aquele
Que traria a Salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois, decidi:
Não dá mais!
Quero a minha dignidade.
Tenho os meus ideais!
Hoje, não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminheira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para actuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER!


(O Autor é Desconhecido,
mas um verdadeiro sábio...)

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