domingo, 8 de dezembro de 2013

VESPA ASIÁTICA, COMO A TOYOTA, "VEIO PARA FICAR",

              
     Um "balão" de considerável tamanho construído de cascas dos troncos das árvores.

                             A vespa da espécie velutina que se introduziu em Portugal através de Bordéus, França,  para se instalar há cerca de dois anos em Portugal, principalmente na região do vale do Lima, não dá sinais de abrandar o seu povoamento apesar do número bastante significativo de ninhos destruídos pelos serviços públicos.

                    Esta espécie "assassina" que ataca principalmente as colmeias até à extinção completa do enxame está, de acordo com o testemunho de alguns, a provocar também danos em algumas espécies de fruta e até nas uvas brancas. Podem ser perigosas para o homem e a destruição do enxame deve ser feita por brigadas especializadas dos bombeiros.

               INSÓLITO? TALVEZ NÃO. O HOMEM NÃO É O DONO DA NATUREZA...

                    Nesta localidade, têm sido detectados e destruídos vários casulos deste agressivo e malévolo invasor que aguardam, em suspensão,  junto às colmeias o regresso das obreiras com o pólen para as atacar, para lhes cortar a cabeça e as patas, transportando-as a seguir para o seu habitat para as consumirem como alimento.


      O traço de fumo no céu não é um tiro falhado para acabar com a colmeia "inimiga".
                  

             No Lugar da Corredoura, mais exactamente na designada Fonte do Crelo, a vespa assassina instalou um dos seus ninhos num castanheiro jovem e que ficou a descoberto com a queda das folhas. O local é bastante húmido, florestado e com mato e silvas, pelo que configura o habitat preferido deste insecto. O acesso é relativamente acessível por um caminho em calçada à portuguesa a descer, estreito, podendo haver dificuldades no regresso por força da geada que torna o chão vidrado e diminui a aderência dos pneus de uma viatura automóvel, se for este o veículo usado.


                        Habitat preferido da espécie

                   Como dizia o anúncio da marca de automóveis japonesa quando chegou a Portugal nos anos cinquenta, também "a praga asiática veio para ficar...e ficou mesmo!".


O que resta da "Fonte do Crelo". O abandono magoa ainda mais quem dali bebeu nos idos da infância...

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