sexta-feira, 6 de maio de 2016
CAPAS NEGRAS.
Vestem de luto permanente de cima abaixo e grasnam som inamistoso como o de um sargento de comandos. Avistam-se quase sempre em pequenas colónias nos campos e bosques abertos. As gralhas-pretas corvidae, pois as "gralhas" que andam pelos escritos "sujam" os textos e irritam quem as deixa passar.
Esta aqui tresmalhou-se, desorganizou-se e invadiu território urbano. Uuhah, uuhahah, uuhuah, roufenha duma figa! Desaparece da minha vista e ouvidos e vai agoirar para junto da família, estranha. - Chu, Chu, aqui não és bem vinda!
As "capas negras", sim. É tempo delas. - Hip, hip, hip, urra!
Foto: doLethes
Remígio Costa
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