segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O WOLKWAGEN AMERICANO.


 
             

              Segundo o seu proprietário que reside na Meadela, em Viana do Castelo, este modelo de 1964 da Wolkwagen é de fabrico americano tendo, por issom, algumas características que o distinguem dos milhões de vários modelos fabricados na Alemanha e se concertou no automóvel mais popular do mundo. Como não sou  muito atento aos pormenores por ele referidos, limito-me a dizer que o acho muito bonito e muito cuidado, aliás uma característica própria dos colecionadores como e o sr. Lima. Também tenho um irmão que "padece" do mesmo vício e já leva mais de meia dúzia de preciosidades antigas na coleção, entre quatro e duas rodas. O "Manta" coupé amarelo que se vê numa das fotos é um dos mais estimados que possui.

             Ora, como foi esta "máquina" que transportou os noivos do casamento que noticiei no post anterior tive oportunidade de travar uns dedos de conversa com o sr. Lima, que há anos conheci numa deslocação que fiz a França através do meu irmão Benjamim e cujas famílias se relacionavam em virtude de as respetivas esposas serem ambas da Meadela. Foi, assim, através dele que fiquei a saber que também ele é um colecionador e possui uma mota de marca cujo nome não fixei mas que já não é fabricada por extinção da marca e uma vespa italiana, entre outros modelos antigos.

         

                  Como não confia o volante a qualquer um acedeu ao convite de ser ele a conduzir os noivos até ao local da boda o que ele fez naturalmente com íntima satisfação pela oportunidade de mostrar a preciosidade que é de facto este belíssimo modelo do famosa marca que foi "o carro do povo", ainda para mais de fabrico americano que era coisa que a mim jamais me pareceria ser possível ter podido acontecer, pensando eu que no país  do Tio San só havia Cadilac, Dodge, Odsmobile, eu  sei lá, "bombas" que eram verdadeiras limousines onde só andavam estrelas de cinema e os presidentes dos bancos e da própria América e um ou outro "mafioso" a quem o dinheiro não constituía qualquer problema.

           




                     Ao fundo, o "Manta" coupé do meu irmão José.


FOTOS: doLETHES
Remígio Costa

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