terça-feira, 31 de março de 2015

VERDES SÃO OS PRADOS E O PARQUE DE LANHESES, TAMBÉM.

         


               Deram-lhe o nome de Verde porque é esta a cor que nele predomina: nas copas das árvores em formação, amieiros, pinheiros mansos, salgueiros, oliveiras, cedros, plátanos,  carvalhos, portugueses e mesmo americanos, nos espaços amplos que o formam, nas veigas que marginam o rio Lima. E cheira a verde, verde da relva fresca cortada rente, agora. E está limpo, muito limpinho, muito fresco, fresquinho. Convida a rebolar é só começar...

          FALO DO PARQUE VERDE, EM LANHESES.


             Faz agora sol e deve continuar. Há sempre alguém por ali porque o local é bom para estar. Há barcos nos rio, para cima e para baixo, lampreias haverá, por certo. Há ainda um mês mais com "r", e o povo garante que a qualidade mantêm-se idêntica às primeiras da época, se pescadas nos meses com aquela letra. Será. São anos de tradição que o atestam, o saber da experiência feito, conta.




           E há melros pretos de bico amarelo. E gaios, avoilas, pintassilgos, piscos, cegonhas, gaivotas, corvos marinhos, garças reais e outros mais. Há peixes, para pescar à linha.




           E SARDÕES! Verdes, claro e simpáticos (Não os incomode que eles retribuem da mesma maneira).

        E tranquilidade.

        E ar puro.
        
         E paga zero. (Por enquanto...)


                           
                                         VERDES SÃO OS CAMPOS - Zeca Afonso



Fotos: doLethes
Remígio Costa

         
   
          

         

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