sábado, 1 de fevereiro de 2014

PARQ'ÁGUA.

        

   Parque Verde, uma ova!. Parque Água é o que é, apesar de nem todas as árvores que ali crescem serem de folha caduca. Abriu o calendário a folha de Fevereiro mas pouco se alterou o estado do tempo no pico do Inverno, o qual, apesar de uns intervalos com o Sol a mostrar-se ao esconde-esconde, continua quase tão hostil como como o governo em relação às pensões dos aposentados! E promete não abrandar tão depressa a causticidade da chuva, do vento e frio e intenso com que temos vindo a ser assolados por dias e noites intermináveis, mesmo que se fale que a Primavera está aí não tarda, radiosa, plena de aromas, árvores floridas e passarinhos a chilrear nos remos vestidos, de novo, de folhas.



             Estimulei o impulso de arriscar uma pitada de caminhada até ao Rio, depois de ajustar o cascol e puxar até ao pescoço o éclair do casaco, disposto a arejar o cabelo cortado à moda da tropa logo de manhã, descendo até ao Parque Verde, ali a dois passos, para colher as fotografias com que pretendo "encher" estas linhas. Apre, que só mesmo a acelerar o passo e a encurtar o percurso um cristão pode andar por estas bandas. Só mesmo no conforto do automóvel onde se presume estar alguém porque é audível a música que deles emana , se não corre risco de ficar comp pescada do Chile nº 3 no congelador. Brrr... e brrr.



            Ora vejam, então, através das fotografias o estado do alagamento do Parque Verde, onde faltam barquinhas mas pastam vaquinhas...bem gordinhas, por sinal.





          

           

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