quinta-feira, 21 de março de 2019
FLORES PARA A ADMIRÁVEL RESILIÊNCIA DO RODODENDRO DECRÉPITO.
Tem uma vida com um número incontável de Primaveras o corpo esquelético do rododendro que já foi gigante e que vem a decompor-se à sombra de uma avantajada japoneira no jardim da Casa do Paço (TH), em Lanheses, dando prova da sua admirável resiliência pelas flores que brotam na ponta do único braço que, surpreendentemente, ainda sustenta. Espanta a quem dele se aproxima que possa por ali circular seiva num ramo saído de esqueleto mirrado pela idade, aparentemente seco de cima a baixo, e que ela chegue através dele, em visível estado de decomposição, com quantidade suficiente para alimentar, na ponta, o frondoso ramo de folhas e, agora, com algumas lindas flores.
A referência ao fenómeno, porque em verdade o facto constatável não parece muito comum, tem significado para além de um singular pormenor da Natureza se for encarado como metáfora da vida, isto porque, no dizer sábio do povo "enquanto há vida há esperança", e na mesma linha da sabedoria empírica, "velhos são os trapos".
Capisce? (Entendido?)
Fotos: doLethes
Remígio Costa
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