quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

FALECIMENTO.

             


            AFONSO DA COSTA FRANCO, viúvo, de 91 anos de idade, com residência em vida no lugar da Taboneira deste freguesia faleceu hoje, quinta-feira, dia 26 de Janeiro, por motivo de doença.

             O funeral vai decorrer no sábado, dia 28 do corrente, pelas 10 horas, saindo o séquito fúnebre da Capela Mortuária de Nossa Senhora da Esperança para a Igreja Paroquial onde será celebrada missa de corpo presente, finda a qual irá a sepultar no cemitério da freguesia.

              À família do extinto apresento as minhas condolências.

10 comentários:

  1. Em nome de toda a familia o nosso muito obrigada Sr. Remigio pelo apoio prestado...

    Os meus Cumprimentos;

    Anabela Franco

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  2. Segundo as palavras sinceras da minha família comenta-se que o Sr. Afonso foi um exemplo da freguesia e que durante muitos anos esteve ao serviço da mesma com toda a sua dedicação e carinho. No ventre da sua humilde família ainda se encontram pessoas que se dedicam a ajudar em trabalhos de origem religiosa. Os meus e eu prestamos os sinceros pesamos à família do Sr. Afonso e paz à sua alma.
    Elvira Soares e Família

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  3. Sera sempre lembrado o senhor AFONSO por tudo o que fez em Lanheses por todos nos . Nossos sentimentos e todo apoio para a sr ROSA E SR JOAO . FRANCISCO E MILENA FRANCA

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  4. Para a minha querida amiga Rosa Maria um beijo e um abraco de conforto pela perda de seu pai.Para toda a familia os meus sinceros pesamos. Ao Sr Afonso um muito obrigado por tudo quanto fez pela minha querida terra. Que descanse em Paz.

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  5. Ainda a preca destes Lanhesenes. um com 96 anos,outro com 91, outro com 90 e ainda outro com 81 anos leva a pensar que aqui, tambem tera que ficar e que aqui sera just honrar estas familias que nao necessitaram leva-los para a "Casa dos Velhos"onde se estao as gastar milhoes tanto em Lanheses com em Deao num espaco ed apenas seis quilometros!
    Que bonito saber que todos estes nossos queridos Lanhesenes foram assistdos ate aos ultimos dias pelos filhos,noras, genros e netas e netos, num calor familiar de carinho e dor sen ser preciso gastar milhoes! Contamos idosos que antigamente levavam "Os Velhos ao Monte. ate um dia um pai dis ao filho: Meu filho rasga a manta e guarda para que um dia o teu filho te traga aqui para aqui TU moerres tambem. O filho a chorar pegou no pai as costas e troxe-o para casa...Este velhinho morreu entao no calor da familia que formou tambem com tanto carinho!!! Isto e o que nos devemos transmitir aos nossos filhos e netos! Nao devemos de os preparar, mostrando, com atitudes e obras que eles estarao libertos desta obrigacao tao digna e nobre, como estas familias nos provaram e ensinaram. Para todas estas familias o meu profundo reconhecimento pela ACCAO TAO NOBRE!

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  6. Amaro Rocha, Taboneira30 de janeiro de 2012 às 11:44

    O Senhor Afonso, homem simples e bom deixou-nos num dia frio de Janeiro, igual atantos outros dias frios que durante a sua vida enfrentou ao serviço da freguesia. E cumpriu exemplarmente a sua missão. Entrou ao serviço dos Lanhesenses,como sacristão no já longinquo ano de 1968 e fez parte da infância de muitos de nós. Nos baptizados, nos casamentos, na visita Pascal o "Tio Afonso" lá estava sempre prestável e com uma palavra amiga.
    Aos seu filhos João e Rosa Maria os nossos sentidos pêsames.
    E a nossa homenagem ao Senhor Afonso.

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  7. Ainda "Os Velhos" atraicoando o Direito Natural tao descutido na antiguidade. Esta retirada dos idosos do meio da sociedade que eles tanto se sacrificaram para nos deixar um futuro mais ameno e sorridente, nos ficamos prezos as conveniencias e esquecemos quem nos amou, quem tanto se sacrificou, e muitos vezes, tirou o pao da sua propria boca, para nos dar a
    nos! Mas esta invencao social assim o determina e, nao doi nem fica mal, pegar no pai ou na mae, passa-le para a mao uma pequena mal onde esta resumida uma vida inteira, deixando
    para traz a familia, deixando para traz os moiveis que o ou a acompanharam todos esses anos, deixando para traz os vizinhos, deixando para traz, as fotos nas paredes ja desvotadas, deixando para traz um copo na pia de lavar a louca, deixando para traz a cama do corpo onde sempre desancou, para enfrentar agora uma vida "nova" um presente estranho sem futuro que no fundo niguem quer. Aqui e assim vao ficar deixados por outros que decidiram que o tempo deles "acabou"! Aqui ficarao numa casa que nao e sua, numa cama que era de outro e entre tudo e todos que nunca fizeram
    parte do seu mundo! Aqui ficam so a espera da morte! Ouvindo os sinos a tocar a finados as rezas...e pensando so e sozinhos na morte.
    Por tudo isto eu fui e serei sempre contra em gastar milhoes para criar ( a que chamou eu um cemiterio onde as pessoas andam!) Ist nao esta no Direito Natural nem na Carta da ONU.

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  8. Obrigado amigo Remigio por teres aceitado este meu "desabafo" no teu blog. Mesmo em demcracia, como tu sabes e bem, nem sempre a maioria tem razao. E aporveito tambem para te dar os meus sinceros pela maneira que te tens batido por todos nos e por todos
    aqueles "sem voz". Mais uma vez um abraco do amigo Horacio

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  9. Desde já agradeço em nome de toda a família todo o apoio prestado por todos os amigos nestes lindos comentários. O meu avô sempre teve um prazer enorme em servir a freguesia... Subiu á torre da igreja muitas vezes para tocar o sino convidando os fieis para a eucaristia, assinalando baptizados e casamentos e em tons melancólicos anunciando a partida para um plano superior de muitos fieis conterrâneos... Dia 27 de Janeiro foi o sino ,já eléctrico, que tocou para ele... Na ultima ida a Fátima, em Setembro, ele disse à minha tia que ainda não se tinha despedido de Nossa Senhora, por isso acredito que esteja hoje com ela a olhar por todos nós... Bem hajam todos os que nos deram apoio das mais variadas formas, bem hajam os que abraçaram o meu avô quando ele mais precisou, bem hajam todos os seus amigos e onde quer que ele esteja acredito que mandaria um abraço a todos vós...

    Cumprimentos;

    Anabela Franco

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  10. Horácio Lima:

    Agradeço as tuas palavras e reitero a minha abertura total para quem, aqui, deseje comentar ou intervir nos assuntos da nossa comunidade ou outros de interesse geral. Todas as opiniões terão direito ao mesmo tratamento, ressalvados que sejam os valores da relações cívicas e individuais.

    Um abraço amigo e os melhores votos de saúde para ti e restante família.

    Remígio Costa.

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