sábado, 21 de novembro de 2015
SER AMIGO.
Os amigos
Amigos cento e dez, e talvez mais,
Eu já contei. Vaidades que eu sentia!
Supus que sobre a terra não havia
Mais ditoso mortal entre os mortais.
Amigos cento e dez, tão serviçais,
Tão zelosos das leis da cortesia,
Que eu, já farto de os ver, me escapulia
Às suas curvaturas vertebrais.
Um dia adoeci profundamente.
Ceguei. Dos cento e dez houve um somente
Que não desfez os laços quase rotos.
- Que vamos nós (diziam) lá fazer?
Se ele está cego, não nos pode ver…
Que cento e nove impávidos marotos!
Camilo Castelo Branco
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
CAMINHOS INSEGUROS NÃO OS PROCURES
CAMINHOS INSEGUROS NÃO OS PROCURES Subi a Santa Luzia Ao volante do meu carro; Dei as curvas que podia, Cheguei ao alt...
-
RAMALHINHO - Letra do reportório de dança do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Lanheses, Viana do Castelo: Eu cortei o ra...
-
Concorrendo em listas do PSD, Filipe Rocha leva dois mandatos como presidente da Junta de Freguesia de Lanheses; vai, ag...
-
Local do embate das duas viaturas Cerca da 16:30h de hoje,sexta-feira dia 11 de ju...
Sem comentários:
Enviar um comentário