quarta-feira, 8 de julho de 2026

VEIO DE FRANÇA A PETANCA E EM LANHESES ENCANTA

              

           O jogo da PETANCA entrou em Portugal na mala de imigrante que foi emigrante. Com ele trouxe a vontade de praticar, de se expandir e formar equipas e competidores, as regras do jogo e o material a usar.

           A pétanque, perdão, dois pés juntos no chão, joga-se com bolas ocas de metal, uma bolinha de tamanho reduzido de madeira que pode chamar-se cochonnet, bouchon ou petit, "à francesa"; fosse de vidro seria berlinde, adulto. A petanca pode jogar-se em terra batida ou cascalho, terreno relvado ou com areia, num espaço de cerca de dez metros de comprimento e quatro de largura, afastado de um pequeno circulo onde se faz o lançamento das bolas sem levantar os pés. As regras para a formação das equipas, do lançamento das bolas e os seus efeitos, tem regras que os intervenientes utilizam para a contagem de pontos.

          Lanheses já tem clube formado: Associação de Petanca de Lanheses. Usa, atualmente, o lado norte da placa onde está o fontanário sem água, em frente ao Restauramte da Elisabete Gonçalves. No muro que separa a rua do local do jogo faz de bancada para os espetadores. Para além do Largo da Feira, a petanca já utilizou, em concursos, o Largo de Santo Antão, o espaçoso átrio a poente da Junta de Freguesia, o quintal do Café do Berto e outros em participação em competições até agora realizadas fora da Freguesia. O último, foi um concurso que decorreu na Vila de Darque, para além de Viana do Castelo.

         Cresce a PETANCA abate o CHINQUILHO, ou jogo da malha nos tempos idos. Apagou-se há já anos nas Carvalheiras, pôs fim às zaragatas e às zangas entre competidores no Lugar da Corredoura, no Centro Cívico e, onde era mais frequente, noutras partes, um chinquilho renhido. 

 















           



Remígio Costa 

Texto e fotos 

08/07/2026 

            

segunda-feira, 6 de julho de 2026

ESPERAR E CRER QUE A FEIRA QUINZENAL AO CENTRO VAI VOLTAR.

 


                         FEIRA ANTIGA DE REGRESSO À VILA

Já foi feira grandiosa 

Duas vezes em cada mês. 

Séculos de vida honrosa

Que tanta grandeza fez. 

Razoável era o espaço

Para acolher compradores,

De leste para oeste

Não faltavam vendedores.

Um dia a Feira perdeu

Do lugar onde nasceu; 

A procura não subiu

Muitos fregueses perdeu.

Se no Largo tantos tinha,

À Alameda não vão. 

Fica pequena a feirinha, 

Falta-lhe não ter condição.

Mas de volta ha de trazer 

Os feirantes à sua casa;

Quem manda sabe fazer 

Ao que ao povo agrada.

 

Roma e Pavia não se fizeram num dia. 

Devolução da feira ao Centro onde nasceu 

É condição que há muito Lanheses merecia,  

Porque tempo demais já se perdeu.

Com o plano a dormir numa gaveta de secretaria,

O regresso  à casa onde nasceu e anos morou 

O Centro Cívico renasce com ardor e alegria 

Como se fosse alguém que ressuscitou 

Do sepulcro dum cemitério onde jazia.

 













Remígio Costa 

Texto e fotos

2026:07.06 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 












domingo, 5 de julho de 2026

MEMÓRIAS DO FUTEBOL QUE LANHESES HONROU




                       Saiu, finalmente, o I volume de "MEMÓRIAS PARA A HISTÓRIA DO FUTEBOL EM LANHESES (1932 ~1973), após mais de dois anos de buscas, opção e compilação  dos dados e impressão da obra. 

                  O conteúdo resulta da prospeção de documentos que comportam informação credível de factos acontecidos entre os anos de 1932 e 1973, existentes em mãos particulares e nos arquivos da Casa do Povo de Lanheses, da participação de quem os viveu e ainda deles se recorda.

                  Numa cerimónia que ocorreu em Lanheses no Estádio 15 de Agosto entre as 18:00h e 20:00h de sábado, dia 4 do mês corrente, perante reduzida assistência, decorreu a cerimónia da apresentação pública do livro na qual estiveram presentes e intervieram na apresentação elementos da Junta de Freguesia de Lanheses, Vogal da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Presidente da Assembleia da Junta de Freguesia de Lanheses, presidentes da Casa do Povo de Lanheses e de Fontão, membro da direção da AF Viana do Castelo, do Presidente da Casa do Povo de Lanheses, e o  treinador das classes jovens e da primeira equipa, bem como todos ao autores e colaboradores da Obra, designadamente o Presidente do UDLanheses Hélio Franco, o compilador do conteúdo do livro Amaro Rocha e da Srª Coordenadora da obra cujo nome não registei; as apresentações eram feitas por uma jornalista da margem esquerda do rio Lima, com formação académica na Escola Secundária de Lanheses. No círculo formado à volta da mesa dos apresentadores, estavam ainda José Pereira, antigo atleta e Presidente da Direção do UDL em dez anos de exercício, Henrique Castro e outros antigos operadores de obras no estádio. Numa mesa suplementar duas ajudantes da direção UDL tinham à sua guarda o livro em apresentação. 

              Registe-se a divulgação sonora pelos altifalantes do Hino do UDL, cuja letra é da autoria da esposa do Presidente Hélio Franco coadjuvada pela irmã deste e música de autor que não registei. 

              Chegado o momento, decorreu o registo fotográfico de antigos atletas e dirigentes do GD Casa do Povo de Lanheses.


 




































Remígio Costa

Texto e fotografias 

2026.07.05

HASTEAR DA BANDEIRA NO MASTRO DA CAPELA DO SENHOR DO CRUZEIRO E DAS NECESSIDADES

           


             Terminada a Missa dominical de hoje, dia 5 de julho, pelas 12:15h, decorreu o ato do hasteamento da bandeira a anunciar a Festa de Nosso Senhor do Cruzeiro e Nosso Senhor das Necessidades, cermónia que dá início ao Programa das Festas que irão decorrer até ao dia 26 do mês em curso. Este ano, em cumprimento das ordens oficiais, não houve o costumado lançamento de foguetes, mas a cerimóniafoi compensada com o Hino de Nosso Senhor do Cruzeiro e das Necessidades, cantado pelo grupo feminino local em conjunto com elementos masculinos presentes no local. À cerimónia compareceram o padre da Paróquia Daniel da Silva Rodrigues, a Junta da Freguesia de Lanheses representada pelo Presidente engº Luís Grenho, e Nelson Lopes e Jorge Pereira, Presidente da Casa do Povo da referida Freguesia e, naturalmente, todos os elementos que constituem o elenco da Comissão de Festas a que preside Henrique Castro, e outras individualidades que não identifiquei.

             Todos os presentes fora convidados a degustar a variedade de produtos alimentares que preenchiam as mesas provisórias no comum e habitual nas cerimónias  "verde de honra", oferta de algumas famílias  da comunidade lanhesense.

         














Remígio Costa 

2026/07/05

Texto e fotos. 

 

 

             

            

VEIO DE FRANÇA A PETANCA E EM LANHESES ENCANTA

                           O jogo da PETANCA entrou em Portugal na mala de imigrante que foi emigrante. Com ele trouxe a vontade de praticar...