sábado, 11 de julho de 2026

LANHESES: ACIDENTE DE TRÂNSITO NO CRUZAMENTO DE ESTRADAS A ORIENTE DO LARGO DA FEIRA

  

                                           Local do embate das duas viaturas

 

        Cerca da 16:30h de hoje,sexta-feira dia 11 de julho, duas viaturas ligeiras bateram de frente no cruzamento de estradas a oriente do Larga Capitão Gaspar de Castro, onde há semáforos e passagens pedonais; uma, vinha a descer na estrada do lado norte presumindo-se que iria virar à direita, a outra vinha no sentido contrário na estrada Viana-Ponte e Lima para virar à esquerda donde saía a primeira. Pela posição em que ficaram as viaruras constata-se que o choque dá-se, de frente, na metade da facha norte da estrada municipal e perto do semáforo, Do embate resultaram estragos aparentemente não muito avultados nas viaturas, sendo que uma senhora de Lanheses teve assistência médica local, seguindo posteriormente numa das duas ambulâncias que deram assistência no local para exames médicos hospitalares. 

    Uma brigada da GNR compareceu no local do acidente para tomar conta da ocorrência e regular o trânsito, o qual não foi interrompido na totalidade. 

    Se há locais onde uma ROTUNDA faz falta, não apenas para facilitar e regularizar o trânsito mas também para não ter que se esperar a luz verde do semáfaro quando há quem precise do tempo para fins urgentes e a via esteja livre, ou se se usa o local várias vezes por dia e, em cada vez, fica à espera da mudança do sinal, é no cruzamento do lado oriental do Centro Cívico da freguesia. Há espaço bastante, os custos são relativos, evitam-se desastres e facilita-se a vida aos fregueses e aos transeuntes e dispensam-se os (muitas vezes) avariados semáforos. 

              


















                                       

                    O ESPAÇO DO CRUZAMENTO ONDE CABE UMA ROTUNDA

Remígio Costa 

Texto e fotos 

2026.07.11 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

VEIO DE FRANÇA A PETANCA E EM LANHESES ENCANTA

              

           O jogo da PETANCA entrou em Portugal na mala de imigrante que foi emigrante. Com ele trouxe a vontade de praticar, de se expandir e formar equipas e competidores, as regras do jogo e o material a usar.

           A pétanque, perdão, dois pés juntos no chão, joga-se com bolas ocas de metal, uma bolinha de tamanho reduzido de madeira que pode chamar-se cochonnet, bouchon ou petit, "à francesa"; fosse de vidro seria berlinde, adulto. A petanca pode jogar-se em terra batida ou cascalho, terreno relvado ou com areia, num espaço de cerca de dez metros de comprimento e quatro de largura, afastado de um pequeno circulo onde se faz o lançamento das bolas sem levantar os pés. As regras para a formação das equipas, do lançamento das bolas e os seus efeitos, tem regras que os intervenientes utilizam para a contagem de pontos.

          Lanheses já tem clube formado: Associação de Petanca de Lanheses. Usa, atualmente, o lado norte da placa onde está o fontanário sem água, em frente ao Restauramte da Elisabete Gonçalves. No muro que separa a rua do local do jogo faz de bancada para os espetadores. Para além do Largo da Feira, a petanca já utilizou, em concursos, o Largo de Santo Antão, o espaçoso átrio a poente da Junta de Freguesia, o quintal do Café do Berto e outros em participação em competições até agora realizadas fora da Freguesia. O último, foi um concurso que decorreu na Vila de Darque, para além de Viana do Castelo.

         Cresce a PETANCA abate o CHINQUILHO, ou jogo da malha nos tempos idos. Apagou-se há já anos nas Carvalheiras, pôs fim às zaragatas e às zangas entre competidores no Lugar da Corredoura, no Centro Cívico e, onde era mais frequente, noutras partes, um chinquilho renhido. 

 















           



Remígio Costa 

Texto e fotos 

08/07/2026 

            

segunda-feira, 6 de julho de 2026

ESPERAR E CRER QUE A FEIRA QUINZENAL AO CENTRO VAI VOLTAR.

 


                         FEIRA ANTIGA DE REGRESSO À VILA

Já foi feira grandiosa 

Duas vezes em cada mês. 

Séculos de vida honrosa

Que tanta grandeza fez. 

Razoável era o espaço

Para acolher compradores,

De leste para oeste

Não faltavam vendedores.

Um dia a Feira perdeu

Do lugar onde nasceu; 

A procura não subiu

Muitos fregueses perdeu.

Se no Largo tantos tinha,

À Alameda não vão. 

Fica pequena a feirinha, 

Falta-lhe não ter condição.

Mas de volta ha de trazer 

Os feirantes à sua casa;

Quem manda sabe fazer 

Ao que ao povo agrada.

 

Roma e Pavia não se fizeram num dia. 

Devolução da feira ao Centro onde nasceu 

É condição que há muito Lanheses merecia,  

Porque tempo demais já se perdeu.

Com o plano a dormir numa gaveta de secretaria,

O regresso  à casa onde nasceu e anos morou 

O Centro Cívico renasce com ardor e alegria 

Como se fosse alguém que ressuscitou 

Do sepulcro dum cemitério onde jazia.

 













Remígio Costa 

Texto e fotos

2026:07.06 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 












domingo, 5 de julho de 2026

MEMÓRIAS DO FUTEBOL QUE LANHESES HONROU




                       Saiu, finalmente, o I volume de "MEMÓRIAS PARA A HISTÓRIA DO FUTEBOL EM LANHESES (1932 ~1973), após mais de dois anos de buscas, opção e compilação  dos dados e impressão da obra. 

                  O conteúdo resulta da prospeção de documentos que comportam informação credível de factos acontecidos entre os anos de 1932 e 1973, existentes em mãos particulares e nos arquivos da Casa do Povo de Lanheses, da participação de quem os viveu e ainda deles se recorda.

                  Numa cerimónia que ocorreu em Lanheses no Estádio 15 de Agosto entre as 18:00h e 20:00h de sábado, dia 4 do mês corrente, perante reduzida assistência, decorreu a cerimónia da apresentação pública do livro na qual estiveram presentes e intervieram na apresentação elementos da Junta de Freguesia de Lanheses, Vogal da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Presidente da Assembleia da Junta de Freguesia de Lanheses, presidentes da Casa do Povo de Lanheses e de Fontão, membro da direção da AF Viana do Castelo, do Presidente da Casa do Povo de Lanheses, e o  treinador das classes jovens e da primeira equipa, bem como todos ao autores e colaboradores da Obra, designadamente o Presidente do UDLanheses Hélio Franco, o compilador do conteúdo do livro Amaro Rocha e da Srª Coordenadora da obra cujo nome não registei; as apresentações eram feitas por uma jornalista da margem esquerda do rio Lima, com formação académica na Escola Secundária de Lanheses. No círculo formado à volta da mesa dos apresentadores, estavam ainda José Pereira, antigo atleta e Presidente da Direção do UDL em dez anos de exercício, Henrique Castro e outros antigos operadores de obras no estádio. Numa mesa suplementar duas ajudantes da direção UDL tinham à sua guarda o livro em apresentação. 

              Registe-se a divulgação sonora pelos altifalantes do Hino do UDL, cuja letra é da autoria da esposa do Presidente Hélio Franco coadjuvada pela irmã deste e música de autor que não registei. 

              Chegado o momento, decorreu o registo fotográfico de antigos atletas e dirigentes do GD Casa do Povo de Lanheses.


 




































Remígio Costa

Texto e fotografias 

2026.07.05

LANHESES: ACIDENTE DE TRÂNSITO NO CRUZAMENTO DE ESTRADAS A ORIENTE DO LARGO DA FEIRA

                                              Local do embate das duas viaturas            Cerca da 16:30h de hoje,sexta-feira dia 11 de ju...