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A PEIXARIA ZEFA, que ocupa há já alguns anos o rés-do-chão do prédio situada na ala norte do Largo Capitão Gaspar de Castro, ao lado do Restaurante Teresa Elisabete Gonçalves, já antes foi ocupado pela Farmácia de Lanheses, deslocada posteriormente para a Rua de Santa Eulália, do lado sul do Largo, e, mais tarde, pelo retratista José Esteves por um período cuja duração não foi duradoira porque o ocupante entendeu que a renda era elevada em comparação com o baixo rendimento que o negócio das fotografias produzia.
Atualmente, o espaço do rés-do-chão é agora a única peixaria da freguesia da Vila Histórica de Lanheses, sendo propriedade do filho António J. Arieiro Rocha e da esposa, com a anuência dos proprietários da habitação, pais do António.
A Peixaria vende várias espécies de peixe fresco ou salgado, mariscos do mar, rios (lampreia, na época própria) e de determinadas espécies da aquicultura. Além do fresco vende também vários produtos congelados, designadamente, mariscos de várias espécies, bacalhau e caras, peixes, comida pronta congelada e múltiplos mais produtos, com prestável pronto e rápido atendimento do casal proprietário.
Remígio Costa
03/setembro/2025
JOÃOZINHO GÉNIO DA PETANCA
O seu nome é João,
Tem idade de infante;
É ativo brincalhão,
E na escola estudante.
Intervala os estudos
Com jogos e brincadeiras,
Mas não tolera abusos
A parceiros ou parceiras.
É tão versátil que espanta
Como tão bem sabe jogar,
O que se chama Petanca
Sem ninguém o ensinar.
Quem o vê nos lançamentos
No jeito das bolas lançar,
Não lhe sai do pensamento
Como bem sabe jogar.
"Quem faz cesto faz um cento"
É aforismo popular;
Carece de espaço e tempo
Para o Joãozinho jogar.
Certo é que o João,
Seja cedo ou já tarde,
Escolherá com razão,
O desporto que lha agrade.
Remígio Costa
03.09.2025
CENTRO FUNERÁRIO DE LANHESES
É novidade no Largo
Haver Centro Funerário;
Contudo, não há embargo
Por quem pensa o contrário.
É serviço que implica
Escolha de urna a jeito,
Com peso, conta e medida,
E vidrado a preceito.
Lojas destas não havia,
Nos idos anos setenta,
No centro da freguesia
Onde tudo se concentra.
É um comércio real
Que a clientes dá jeito;
Aos anónimos fica mal,
Não têm cara nem respeito.
Ando agora a pensar,
Coisa que eu nunca quis,
Que tenho algo a lucrar
De tudo aquilo que fiz.
Remígio Costa
03/setembro/2025
MERCADO DA MINDA DA IDA E VINDA
Entras no "Mercado da Minda"
Com desejo de comprar;
Tudo que trazes na vinda,
Para casa vais levar.
Compras o que precisares,
Porque tudo lá encontras,
Para almoços ou jantares
Ao preço de boas contas.
Produtos com qualidade
Para tudo que falta faz;
É escolher à vontade
Até encher um cabaz.
Está no Largo da Feira,
Do Café Berto vizinho,
Quem ali está à beira
Nem carece de carrinho.
Parabéns à fundadora
Deste útil Mercadinho,
Aberto em boa hora
E fazer longo caminho.
Remígio Costa
02, setembro, 2025
FEIRAS NOVAS PARA VELHOS 1-Findaram as Feiras Novas! Segue-se a vez de velhos, Dos casados...